Novo site de Planejamento Estratégico

junho 27, 2008

Estamos desativando este site, agora a nova casa do site é em:

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Tudo o que você já tinha aqui, e MUITO MAIS!

Ciclo de Vida do Produto

junho 10, 2008

Este artigo fica agora disponibilizado em:

http://www.administracaoegestao.com.br/planejamento-estrategico/ciclo-de-vida-do-produto/

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De acordo com Oliveira (2001), no início da formação das empresas, o crescimento da atividade era a lei. No entanto, com o passar dos anos, algumas empresas foram se extinguindo, outras ficavam ultrapassadas, ou por algum outro motivo perdiam participação, e conseqüentemente a competitividade no mercado. Através da análise desses fatores, estudiosos criaram um modelo que explica o comportamento de tais fatores, e normatizava o ciclo de vida de um produto (ou serviço) genérico (figura abaixo). Este modelo deve ser levado em consideração para avaliar as possíveis estratégias a serem implementadas no seu devido momento (timing).

O ciclo de vida do produto é definido em quatro estágios: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A fase introdutória é caracterizada por incertezas, custos altos, rápido declínio e fragilidade. Entretanto, sua estratégia é lidar com a alta concorrência e as oportunidades e ameaças, inovar e obter timing….

Veja o artigo completo e o por quê da figura abaixo em:http://www.administracaoegestao.com.br/planejamento-estrategico/ciclo-de-vida-do-produto/

Ciclo de Vida do Produto

Matriz BCG

junho 9, 2008

Este artigo está agora oficialmente disponibilizado no endereço:

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Segundo Daft (2005), para se começar um negócio deve-se analisar uma estratégia que envolva toda a organização, chamada de estratégia de portfólio, que visa criar sinergia (uma área de negócios influenciar positivamente a outra) e combinação as unidades estratégicas de negócios. A maneira útil de pensar sobre estratégia de portfólio é a matriz BCG.
A matriz BCG foi criada pelo Boston Consulting Group….

Leia o texto completo e entenda a figura abaixo em:http://www.administracaoegestao.com.br/planejamento-estrategico/matriz-bcg/

Matriz BCG

Análise S.W.O.T.

junho 7, 2008

Este artigo está agora oficialmente disponibilizado no endereço:
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A Análise S.W.O.T. (ou análise F.O.F.A. em português) é uma ferramenta estrutural utilizada na análise do ambiente interno, para a formulação de estratégias. Permite-se identificar as Forças e Fraquezas da empresa, extrapolando então Oportunidades e Ameaças internas para a mesma.

De acordo com VALUE BASED MANAGEMENT (2007), Forças e Fraquezas (Strenghts e Weakness, S e W) são fatores internos de criação (ou destruição) de valor, como: ativos, habilidades ou recursos que uma companhia tem à sua disposição, em relação aos seus competidores.

Já as Oportunidades e Ameaças (Opportunities e Threats, O e T) são fatores externos de criação (ou destruição) de valor, os quais a empresa não pode controlar, mas que emergem ou da dinâmica competitiva do mercado em questão, ou de fatores demográficos, econômicos, políticos, tecnológicos, sociais ou legais…..

Veja o restante do texto e a justificativa da imagem abaixo, no endereço:
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Análise SWOT - Modelo

Análise Interna

junho 7, 2008

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Maximiano (2006) define a análise interna como “a identificação de pontos fortes e fracos dentro da organização anda em paralelo com a análise do ambiente”. O estudo dos pontos fortes e fracos da organização é realizado através da análise das áreas funcionais de uma organização (produção, marketing, recursos humanos e finanças), e a comparação do desempenho destas áreas com empresas de destaque (prática conhecida como benchmarking).
O benchmarking é ….

Veja o restante do arquivo acessando o novo endereço:

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Modelo de 5 Forças de Michael Porter

junho 5, 2008

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Maximiano (2006) afirma que “o entendimento das forças competitivas de um ramo de negócios é fundamental para o desenvolvimento da estratégia”.
Assim, Serra, Torres e Torres (2004) afirmam que a análise do ambiente externo pode ser realizada por meio do modelo de cinco forças da competitividade, desenvolvido por Michael Porter na década de 70.
O modelo possibilita analisar o grau de atratividade de um setor da economia. Este modelo identifica um conjunto de cinco forças que afetam a competitividade, dentre os quais uma das forças está dentro do próprio setor e os demais são externos.
Ou, como afirma Aaker (2007), “a atratividade de um segmento ou mercado, medida pelo retorno de longo prazo sobre o investimento de uma empresa média, depende, em grande parte, dos cinco fatores que influenciam a lucratividade”.

Modelo de 5 Forças de Michael Porter

Figura 8 – Representação gráfica do modelo de cinco forças de Michael Porter.
Fonte: WIKIPEDIA, 2007

Para conhecer  explicação detalhada do que representa cada uma das forças competitivas, acesse o novo endereço deste artigo em:

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Rivalidade entre concorrentes

Serra, Torres e Torres (2004) afirmam que …

Barreiras à entrada de concorrentes

Além de ser necessário observar as atividades…

Poder de barganha dos compradores

O poder de barganha dos compradores pode ser traduzido como …

Poder de barganha dos fornecedores

Já quando abordado o poder de barganha dos fornecedores, será …

Bens Substitutos

Os bens substitutos representam aqueles que …

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Análise Tecnológica do Ambiente Externo

junho 4, 2008

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Para Churchill (2000), “o conhecimento científico, a pesquisa, as invenções e as inovações que resultem em bens e serviços novos ou aperfeiçoados constituem o ambiente tecnológico”.

Manter-se em compasso com os desenvolvimentos tecnológicos é mais importante ainda para as organizações que lidam com clientes empresariais, pois estes podem depender de inovações tecnológicas para manter-se vivos em mercados altamente competitivos.

De acordo com Churchill (2000), há poucos anos atrás, julgava-se que o futuro da supervia de informações seria a televisão interativa, mas desde o início da década de 90 que os consumidores decidiram que poderiam obter mais por seu dinheiro utilizando um computador.

Muitos destes consumidores estão se conectando à Internet, a rede mundial de computadores, …

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Análise Natural do Ambiente Externo

junho 4, 2008

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Churchill (2000) afirma que o ambiente natural “envolve os recursos naturais disponíveis para a organização, ou ofertados por ela”. A capacidade de oferecer bens e serviços pode ser influenciada por exemplo, pelo clima da região onde se encontra a indústria, ou a cidade onde se encontra o comércio. Além disso, a organização pode também influenciar o ambiente natural, quando gasta ou repõe recursos, aumentando ou diminuindo a poluição.

Para comercializar seus produtos, as empresas necessitam de recursos naturais. A disponibilidade de um produto pelo preço que é cobrado dos consumidores está diretamente ligada à disponibilidade de determinados recursos naturais, que podem até estar escassos, quando a demanda por eles excede a capacidade de produzi-los.

Em alguns casos, a empresa pode influenciar a disponibilidade de recursos no longo prazo, por exemplo, uma madeireira pode plantar novas árvores, ou uma organização pode poupar despesas com combustível, fazendo com que sua equipe de vendas trabalhe por telefone ao invés de pessoalmente. (CHURCHILL, 2000)

Esta consciência ambiental não é só necessária para a humanidade (conforme discussão no evento ECO- 92 no Rio de Janeiro), mas muitas vezes pode se tornar também lucrativa. A responsabilidade ambiental, muito discutida após o filme “Uma Verdade Inconveniente” do ex- senador, agora Nobelista americano (devido ao filme) Al Gore, pode beneficiar uma organização de várias maneiras.

Primeiro, por ser simpático aos valores de várias pessoas. Segundo Churchill (2000), “alguns consumidores sentem-se melhor comprando um detergente ou ar-condicionado que não prejudique o meio ambiente”.

Os clientes organizacionais podem comprar produtos ecologicamente corretos para economizar o dinheiro gasto para tratar o lixo, ou também pela necessidade de obedecer às leis ambientais.

Análise Social do Ambiente Externo

junho 4, 2008

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Além dos aspectos econômicos e político-legais a empresa deve também estar atenta aos processos e mudanças sociais, analisando os valores, crenças e comportamentos de uma sociedade. Mudanças no ambiente social podem apresentar grandes desafios às empresas, principalmente em um mundo globalizado como hoje em dia.

Churchill (2000) define que para descrever o ambiente social, é necessário analisar gráficos demográficos básicos. A demografia é o estudo das características de uma população humana, o que inclui, por exemplo: idade, índice de natalidade, índice de mortalidade, estado civil, instrução, etnia ou distribuição geográfica.

Não se deve dar importância apenas à análise de um único fator demográfico, mas considerar todo o conjunto de fatores que pode influenciar o ambiente social, por exemplo: não é suficiente saber apenas quantas pessoas se mudaram para São Paulo num determinado ano, você terá uma visão muito maior de identificar e atender necessidades básicas se souber quantas destas pessoas são aposentadas, pais e mães solteiros ou se estes possuem situação financeira estável o suficiente para fazer refeições em restaurantes.

Análise Política e Legal do Ambiente Externo

junho 4, 2008

Este texto está agora oficialmente disponibilizado em:

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De acordo com Churchill (2000), uma organização não funciona apenas de acordo com seu próprio conjunto de regras, ela deve servir aos seus clientes e atender às demandas governamentais, assim também atender a grupos de interesse especiais.

As leis e regulamentação podem influenciar diversos aspectos de uma organização, entre eles: embalagem do produto, política de preços, divulgação, relações trabalhistas, entre outros. Essas limitações legais devem ser vistas não só como uma limitação da empresa, mas ser também uma fonte de oportunidades, já que manter- se dentro das leis não só ajuda a evitar multas e processos, mas promove uma boa relação de confiança com os clientes. (CHURCHILL, 2000)

Não só a preocupação com a legislação vigente deve ser levada em consideração, mas também a relação da organização com seus grupos de interesse. Associações, sindicatos e outros grupos de representação de classes permitem que a empresa uma forças com outras organizações (muitas vezes até suas concorrentes), para que possam lutar pelos direitos do seu setor de negócios, ou mesmo representar os interesses das partes nas votações do congresso.

O trabalho de lobby é essencial para a aprovação (ou veto) de uma série de novas leis que muitas vezes podem até ser benéficas, mas que na maioria das vezes são prejudiciais às empresas, como foi o caso recente do “Projeto Cidade Limpa”, que ordenou a retirada dos outdoors de toda a cidade de São Paulo.